Dilma participa do lançamento do Livro “A Resistência ao Golpe de 2016” na UNB

/ Editor: José Alfredo | Agência Rede PT Ribeirão
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Fotos: Roberto Stuckert Filho/PR - Lula Marques/ Agência PT

Dilma participa do lançamento do Livro “A Resistência ao Golpe de 2016” na UNB

Na noite desta terça-feira (31), no Memorial Darcy Ribeiro, na Universidade de Brasília (UNB), foi realizado o lançamento do livro “A Resistência ao Golpe de 2016”, escrito por 105 autores de vários lugares do país.

Participaram da cerimônia a Presidenta Dilma Rousseff, o ex Ministro da Justiça e ex Advogado Geral da União José Eduardo Cardozo, o Professor José Geraldo Souza Junior, e o ex reitor da UNB Eugênio Aragão.

 

Em nota de abertura dos 105 autores do livro "A Resistência ao Golpe de 2016" o evento de hoje é marcado por ser, ao mesmo tempo, motivo de orgulho e esperança por fortalecer a luta conjunta:

 

O Brasil resistirá diante de um governo ilegítimo que tomou de assalto o Palácio do Planalto e que agora tenta impor a todo os brasileiros retrocessos de conquistas. Os autores desse livro, querida presidenta, por meio de suas palavras, denunciam ao Brasil e ao mundo a violência que se instala nesse momento no Brasil. Uma violência contra todo o povo brasileiro e uma injustiça contra Vossa Excelência.

 

O ex Ministro da Justiça e ex Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo, afirma nunca ter imaginado que lutaria contra um golpe de estado no seu país, um golpe de estado que não tem canhões, não tem armas, um golpe de estado baseado na retórica jurídica.

 

Nós vivemos um golpe de estado no país, o rasgar da constituição. O ofender da democracia é algo que nós podemos falar com muita força e com muita garra. Possam fazer ou façam aquilo que quiserem, eles não nos intimidarão. Nós vamos continuar juntos, lutando pela democracia no Brasil. Lutando pela transformação, porque uma coisa que a gente aprende na vida é como é bom estar no lado certo da história, como é bom estar na causa certa, como é bom a gente lutar por aquilo que a gente acredita. E por isso, eu digo: nós estamos do lado certo da história. A democracia no Brasil veio para ficar e nós vamos continuar, cada vez mais, lutando por ela, afirmando a democracia e dizendo: eles não passarão! - Cardozo.

 

A presidenta Dilma Rousseff salientou a honra e a simbologia de estar no espaço de homenagem a Darcy Ribeiro, grande político, pensador, ideólogo e literato brasileiro, que pertenceu ao mesmo partido democrático brasileiro da presidenta e Brizola.

 

Eu queria então iniciar dizendo que, eu tenho mais idade que vocês, e presenciei outros golpes e que eu estou aqui em um momento especial, porque um conjunto de pessoas, um conjunto de professores, um conjunto de homens e mulheres se dedicaram a escrever sobre o momento em que viviam, e que apresentam hoje para nós. Quero que este seja o início de uma longa caminhada do livro “A Resistência ao Golpe de 2016” pelo Brasil. Esse golpe que está em processo, daí a importância desse livro, que retrata esse momento que estamos vivendo. Enquanto nós fazemos história, nós refletimos sobre a história.

 

Esse é um momento, e eu asseguro para vocês, que jamais pensei que veria novamente. Estou vendo com outras roupas, mas estou vendo com a mesma característica, que é uma oligarquia derrubar um governo popular. Só que agora nós vivemos numa democracia. Há uma diferença nesse golpe e ao golpe que levou à ditadura. Um golpe que se torna diferente porque ele não interrompe o processo democrático, ele corrói o processo democrático, ele desgasta o processo democrático. Esse processo vem usando a democracia contra ela mesma. É isso que caracteriza um golpe frio. - Dilma Rousseff

 

Nós temos que lutar dentro da democracia contra ele [golpe]. E é isso que explica, assim como todos os outros golpes, detestar ser chamado de golpe. Porque ao ser chamado de golpe seu caráter está completamente contrário a constituição e as regras democráticas. As gravações que dizem tanto têm um silêncio estarrecedor quanto se fala do meu afastamento. Não gravam uma frase sobre créditos suplementares ou plano safra. Não há uma única palavra, em todas as gravações, a esse respeito. Mas há uma farta conversa a respeito de evitar que a sangria os atinja, que aquilo que foi objeto de práticas ilegais, corruptas seja desmascarado e, por isso, eu tenho que ser afastada.

 

Eu não acredito que seja só para isso, o golpe tem um outro sentido, mas aí não serão as conversas gravadas que desvendaram esse mistério. São as próprias declarações do governo provisório, interino e ilegítimo, são nessas falas que estão o sentido desse golpe. O sentido desse golpe teve em sua primeira fala: “o SUS não cabe nesse orçamento”, então vamos criar planos privados de saúde - isso significa tirar de uma parte da população o direito do atendimento. Falam assim, “não vamos contratar mais médicos estrangeiros”, o que significa tirar de uma só vez 11 mil médicos cubanos do Brasil, num grande preconceito contra os médicos cubanos - porque são eles que vão para onde faltam médicos, vão para as periferias das cidades, vão para os lugares mais afastados. - Dilma Rousseff

 

O sentido desse golpe diz que o “Minha Casa Minha Vida” não vai mais atender a população de baixa renda, ou a população que é chamada faixa 1 - porque eles são contra subsídios. Se não vão atender a faixa 1, onde está 80% do déficit habitacional do Brasil não atenderam nenhum pobre nesse país. E se são contra subsídios, são contra que os recursos do orçamento de tributos cobrados dos cidadãos sejam revertidos para pagar a imensa dívida social desse país com a população que nada tem. Porque a equação não fecha.

 

Hoje, eles disseram: “não daremos mais o Minha Casa Minha Vida para as entidades”. O que mostra um desconhecimento absoluto da história do Minha Casa Minha Vida, que decorre das reivindicações e do projeto de lei das iniciativas populares, com mais de 1 milhão de assinaturas, que os movimentos conseguiram no Brasil. E que daí se deriva a consciência de se ter uma política habitacional. O mesmo se aplica ao bolsa família. Eles dizem “foca, foca, foca”, foca significa cortar tudo e deixa 5%. 5% é 10 milhões de pessoas nesse país, são 47 milhões que recebem o Bolsa Família, 37 milhões ficarão de fora. Desses, 17 milhões são crianças. Extinguiram Ministérios, inclusive o da Cultura, e não sabemos o preço que vão pagar por isso. É um governo de homens brancos, velhos, ricos, machistas. Isso, está claro na visão que eles têm na presença das mulheres no primeiro escalão do governo. O mais grave ainda foi a extinção do ministério das mulheres, de igualdade racial, dos direitos humanos, da juventude. E sobretudo, é um governo neoliberal em economia, ultraconservador em tudo. - Dilma Rousseff

 

O golpe tem dois motivos: um deles é parar a lava jato, o outro é impedir que nós continuemos com nossa política de inclusão social. Porque isso? Porque agora? Toda crise implica numa questão séria, não existe crise sem distribuição de riqueza. Na crise tem conflito de distribuição de riqueza. Na expansão do ciclo econômico que não tem, na crise ela é completamente visível. A prioridade deles não é gastar com o povo brasileiro.
Diziam que meu governo era culpado de tudo e mais um pouco. E é importante assinalar que hoje, o segundo ministro interino e provisório se afasta. Nunca tivemos um ministro da Controladoria Geral da União afastado. Nunca. Nós fizemos o portal da transparência, colocamos todas as contas do governo no portal da transparência. Eles têm como objetivo tornar opaca a transparência, e é isso que caracteriza esse momento que nós estamos. Eu acredito que a imprensa internacional foi muito importante, uma vez que ela não estava envolvida nos jogos políticos, nas artimanhas. Nesse momento, ela foi muito importante em caracterizar politicamente o que o Brasil estava vivendo. Mas não foi a imprensa internacional que deixou claro o golpe, foram os próprios golpistas gravados. Foram eles.

 

Nós, daqui pra frente, teremos que ter muita garra para enfrentar o que vem. É com coragem que nós vamos vencer. É essa a nossa arma. Eles têm a grande imprensa, tiveram apoio de alguns seguimos empresariais, tem apoio de uma boa parte do parlamento brasileiro - nós não podemos esquecer que o Eduardo Cunha está cada dia mais vivo e sobrevivendo. Eles têm tudo isso, e o que que nós temos? Nós temos a nossa consciência, nós sabemos porque lutamos. A nossa energia é a nossa força. Temos a certeza que o rumo para o nosso país é a democracia, o que nos une e nos torna mais fortes. Temos a certeza que o que tem de mais importante no nosso país são 204 milhões de brasileiros. - Dilma Rousseff

 

Educação e Pré-sal

 

A educação é a única que pode garantir a autonomia do nosso país, criando as condições para produzir aqui ciência, tecnologia e inovação.
Eu acredito que o Pré-sal e a Petrobras são símbolos da soberania nacional do nosso país. Todos esses que têm uma visão primária de política externa, como sintetiza Chico Buarque de Holanda, “eles falam grosso com a Bolívia, e falam fino com os Estados Unidos”.

 

Nós temos sim um compromisso com os países da América Latina, nós temos um compromisso sim com os países da África, temos um compromisso sim com os BRICS. Mas para termos todos esses compromissos também temos que ter um grande compromisso com o nosso país. Nós temos que defender o Pré-sal e a Petrobras. - Dilma Rousseff

30/05/2016- Brasília- DF, Brasil- A presidenta Dilma durante lançamento do livro “A resistência ao golpe de 2016”, no memorial Darcy Ribeiro na UNB.
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