Cida Mellin estreia na Tribuna de Debates do PT de Ribeirão Preto

/ Editor: José Alfredo | Agência Rede PT Ribeirão
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Cida Mellin estreia na Tribuna de Debates do PT de Ribeirão Preto

Há muitos anos, fui apresentada a uma obra fundante para minha vida, chama-se a Doença, do Giovanne Berlinguer, um comunista italiano, aliás, um homem brilhante!

Aparecida Sílvia Mellin é filiada ao Partido dos Trabalhadores desde o início dos anos 1980. Com extensa atividade acadêmica, estreia na Tribuna de Debates com o artigo “Escolhas”.

 

Enfermeira de Saúde Pública, graduada na Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, Cida Mellin, como é carinhosamente conhecida na militância, é professora da Faculdade de Enfermagem, do Centro de Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, bem como de Cursos de Especialização.  Atuando como docente em aulas teóricas na área da Saúde Coletiva e Trabalho de Conclusão de Curso. Também é professora em estágios e aulas práticas na Rede Básica de Atenção à Saúde de Campinas. Especialista em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas, em 1985. Doutora (1998) e Mestre (1992) pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo no Departamento de Saúde Materno Infantil.  Na PUC-Campinas, exerceu função de Integradora Acadêmica de Graduação da Faculdade de Enfermagem (Concurso Pró-Reitoria de Graduação, até janeiro de 2017). Foi Integradora Acadêmica de Unidades Básicas de Saúde em parceria plena com a PUC-Campinas, entre fevereiro e dezembro de 2010. Tutora do PET-Saúde, de abril de 2009 a abril de 2010. Também foi professora pesquisadora, entre 1990 e 2009, desenvolvendo pesquisas sobre saúde escolar com enfoque na dislipidemia além de representações de processos de trabalho de profissionais com atuação na Rede Básica de Atenção à Saúde de Campinas.  Avaliadora de cursos e Universidades do INEP-MEC, a partir de 2006. Em tempos de pandemia, escreveu sobre o livre arbítrio e questiona: "Que caminhos têm tidos os pobres brasileiros, diante do inexorável Covid-19?"

 

"Há muitos anos, fui apresentada a uma obra fundante para minha vida, chama-se a Doença, do Giovanne Berlinguer, um comunista italiano, aliás, um homem brilhante! Pois bem, esse livro, acho que esgotado, contém um texto, uma historinha em que o autor, exemplarmente, discute a pobreza de um operário italiano, a insalubridade no trabalho e a desdita de sua família causada pelo adoecimento de todos. Desde então, ou, antes, reflito muito sobre a temática. No livro, se não me falha a memória, ironicamente, o autor fala questiona se se pode falar em má sorte. Li com meus alunos e alunas, em sala, fizemos uma discussão e me lembro de ter dito que sorte e principalmente, livre arbítrio é coisa de classe média.
 
Um dilema ético, até para mim, fui criada espírita, cumpri a etapa de evangelização e, tudo me levou a crer neste conceito, lógico que surgiam os questionamentos, até porque a filosofia religiosa, se mal interpretada, vira Descartes. Saem explicações cartesianas para realidades que não o são. Marcante, também, a frase ultra divulgada do Saint Exupéry que me dizia ser, eternamente, responsável pelo que cativo. Resta saber se e quando quem me cativou se tornou responsável, uma digressão"...

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