Educação deve ser integralizada entre escola e comunidade, diz Elsa Rossi

/ Por Agência Rede PT Ribeirão
Educação deve ser integralizada entre escola e comunidade, diz Elsa Rossi

Coordenadora do Grupo de Trabalho Educação enfatiza que o governo municipal petista precisa incentivar a integralização entre alunos, professores e comunidade, que também deve escolher os diretores

O governo municipal do PT deve tomar iniciativa forte para que o aluno possa ter uma educação integralizada, não em período integral, mas ligando o aluno com o professor e seus familiares, o que leva a criança a ter conhecimento e vivência dentro de uma sociedade, destaca Elsa Rossi, coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) Educação, do PT. Esse é um dos itens que estão inseridos na plataforma Dialoga Ribeirão, na Rede PT Ribeirão, que tem grupos temáticos que discutem a formação do Programa de Governo Participativo (PGP) do Partido para a eleição deste ano. “Falta a questão humanitária e as escolas precisam atuar nesse sentido, para que os alunos aprendam a gostar da unidade, que, sozinha, não consegue arcar com toda essa responsabilidade.”

 

Para Elsa, essa melhor formação educacional é a integralização do indivíduo, levando-o ao sucesso e fazendo com que ele efetivamente colabore com a sociedade. Também será importante desenvolver atividade fora do espaço escolar. E o município também precisa incentivar diretores para que tenham formações necessárias e planos políticos-pedagógicos a desenvolverem em suas instituições. O próprio cargo deverá ter eleição direta pela sociedade envolvida em cada escola, não uma mera indicação política. Dessa forma, o profissional será participativo e terá mecanismos para a comunidade estar presente. “Se o profissional não for alguém envolvido com o processo pedagógico, muitas vezes ele não cumpre com a sua finalidade”, comenta ela. “Acredito que escolhido pelo voto direto terá muito mais possibilidade de fazer um projeto para ir de encontro ao que a comunidade precisa, mas essa comunidade também tem que participar”, explica a coordenadora do GT Educação do PT.

 

O município também precisa enfocar a educação para alfabetizar, mesmo os idosos, abrindo uma frente para inscrições dos interessados e até sair em busca, de porta em porta, deixando essas pessoas à vontade, para não constrangê-las, e encaminhá-los às salas de aula. “A alfabetização é fundamental para a cidadania da pessoa”, destaca Elsa. Outro foco de atuação é com os analfabetos funcionais, de jovens que passaram pela escola e estão com formação deficitária, que moram na cidade e dependem de um estudo para não serem excluídos da sociedade e das redes sociais, mas serem integrados na escola.

 

"A educação não é um processo sozinho, precisa de integração com outras secretarias", diz Elsa, referindo-se ao auxílio de outras pastas de governo, como a da Saúde (questões alimentares, vacinações) e a da Cultura (existem moradores de diversas regiões do Brasil). Ela também cita a questão do jovem, tão atual e debatida, e que esse integrante, no ensino médio, preciso de orientações profissionais, não apenas receber conhecimentos, ampliando as possiblidades de serem integrados na sociedade. “Devemos abrir espaços para esse jovem participar”, afirma Elsa.

 

Para o ensino infantil, ela lembra que o município tem que, primeiramente, cumprir a meta do governo federal, que é a obrigatoriedade de dar vagas às crianças a partir de 4 anos. Ribeirão Preto está aparelhada para isso, mas Elsa menciona que o governo municipal tem que aprimorar esse trabalho, além de economizar e criar alternativas para a faixa de 0 a 3 anos, construindo novas unidades para esse tipo de atendimento.

 

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