Dialoga Ribeirão

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A reeleição de Dilma em 2014 revelou o desejo da sociedade brasileira de participar da construção de um país melhor e de uma Ribeirão Preto mais justa e socialmente igualitária.

Reconhecendo que a diversidade e a pluralidade do povo é uma de suas principais riquezas, o PT convida toda a sociedade para a construção de um Programa de Governo Participativo: PGP.

O PGP visa identificar as forças e fragilidades da economia da nossa cidade, as iniciativas que deram certo e aquelas que precisam ser aperfeiçoadas, além das propostas inovadoras capazes de realizar todas as potencialidades de Ribeirão Preto, para que a riqueza do nosso município se converta em serviços públicos eficientes e em melhor qualidade de vida. Vamos dar voz e vez para quem nem sempre é ouvido.

O desafio estratégico do PGP é identificar os sonhos da população de cada bairro e transformá-los num Programa de Governo exequível, sob os pontos de vista institucional e orçamentário.

Para a elaboração do PGP, o Diretório Municipal do PT abre formalmente o debate sobre as eleições de 2016, convicto de que, apesar das campanhas contra o Partido e das adversidades da situação econômica, poderemos manter a trajetória de crescimento do último pleito. Deve ser lembrada a trajetória histórica, iniciada na campanha eleitoral de 1982, com o Partido ainda em formação, no desafio da busca de filiados para regularizar sua situação e participar da primeira disputa municipal. Com garra, o PT cresceu, sempre tendo quadros de candidatos próprios e elegeu o primeiro vereador em 1988, o primeiro deputado estadual em 1990 e o primeiro prefeito em 1992, voltando a ganhar a prefeitura de Ribeirão Preto em 2000.

Mas as eleições não são um fim em si mesmo. Através das vitórias obtidas nos espaços institucionais, queremos acumular forças para aprofundar a democracia e melhorar a vida do povo, a fim de fazer avançar nosso projeto de País. Sobretudo neste momento, o pleito de 2016 ganha um significado especial, visto que a oposição conservadora, após sofrer sua quarta derrota consecutiva no contexto nacional, não reconhece o resultado manifestado livremente pelo povo, nas urnas, e tenta outra vez forçar uma aventura golpista.

Para alcançar êxito nas disputas que o PT irá travar em 2016, precisamos, desde já, construir as condições políticas aptas, aproveitar um elevado grau de unidade interna e de mobilização, associadas à formação e à capacitação da militância. Estes pré-requisitos são fundamentais para que a defesa do PT, do nosso projeto, do legado dos governos Lula e Dilma, possa ser feita ao longo da campanha em todos os espaços.

Nossas candidaturas devem ser capazes de travar a disputa político-eleitoral e liderar campanhas que superem os padrões de despolitização, além de responder aos ataques insidiosos que os adversários desfecham contra nosso Partido.

O debate programático e ideológico, permanente e cotidiano, é instrumento decisivo para a vitória. A conquista da maioria da população para a defesa e o voto em candidaturas petistas passa pelo trabalho de construção e difusão do programa municipal, tendo como eixo a participação popular e o modo petista de governar e legislar, que necessita ser atualizado, incorporando novas demandas da sociedade.

Por isso, o Programa de Governo Participativo é uma ferramenta importante de formulação e mobilização. Ele deve ser elaborado a partir do PT, em diálogo com a militância, com os movimentos sociais organizados e com os partidos aliados no município. Mais que tudo, a campanha deve mobilizar os setores sociais beneficiados pelas políticas públicas de inclusão, que não devem ser sacrificados, a despeito das restrições fiscais hoje existentes. É imprescindível imprimir às campanhas um sentido de militância e mobilização. É fundamental também garantir autossustentação às campanhas, o que implicará contribuição financeira de militantes e simpatizantes, trabalho voluntário, enraizamento social e mobilizações coletivas.

A campanha deverá fazer um diagnóstico preciso dos problemas locais, saber responder às novas demandas do município, ser firme na defesa dos nossos governos, quando o debate extravasar os limites da cidade, e apontar as soluções que propomos para o futuro.

Tal como nas campanhas anteriores, a tática eleitoral, cujo aprofundamento será pauta da Conferência Eleitoral prevista para março de 2016, tem por objetivo ampliar a bancada de vereadores, conquistar cidades estratégicas, reconquistar as que antes administramos, e manter as que governamos. Em Ribeirão Preto, também uma cidade estratégica, com seus mais de 660 mil habitantes, que já foi governada e teve destaque nacional e internacional sob o comando do PT.

É indispensável o esforço de diálogo com os partidos do campo democrático-popular. Nossas alianças devem, assim, ser construídas não apenas para conquistar vitórias, mas também para garantir maior apoio político aos governos do PT e dos aliados. É importante, também, incentivar o surgimento de candidaturas majoritárias e proporcionais advindas da juventude, das mulheres e dos diversos movimentos sociais.

Para dar conta da pluralidade da sociedade ribeirão-pretana, um Programa de Governo deve ser construído com muitas cabeças e mãos de todas as regiões do município. Por isso, o processo de elaboração do Programa de Governo Participativo (PGP) articulará diversas estratégias, tais como:

Rodas de Diálogos

Até junho de 2016, as rodas percorrerão todas as regiões de Ribeirão Preto. Em cada bairro, vamos conversar com os diversos atores sociais interessados em construir uma Ribeirão melhor. A coordenação da Roda de Diálogos será do GTE – Grupo de Trabalho Eleitoral do PTde Ribeirão Preto.

Grupos Temáticos

Os grupos temáticos terão como objetivo aprofundar o diagnóstico de cada área, identificar os avanços e as limitações das políticas públicas municipais, avaliar como potencializar as políticas federais no município e apresentar propostas e prioridades para cada tema do PGP.

Plenárias Regionais – cada parte de Ribeirão Preto discutindo o município inteiro

Um dos grandes desafios do futuro prefeito de Ribeirão é governar a partir das regiões, alinhando as políticas públicas federais às necessidades do município. As plenárias regionais visarão aprofundar o diagnóstico e identificar propostas em cada área, em todas as regiões.

Seminários Temáticos

Depois de ouvir a população nas rodas de diálogos, de aprofundar o diagnóstico com especialistas nos Grupos Temáticos, e de conhecer as especificidades de cada área, em cada região, com as Plenárias Regionais, o PGP submeterá a síntese do diagnóstico, das diretrizes e das propostas ao debate com a sociedade em grandes seminários temáticos.

Plataformas Colaborativas de Participação – mídias sociais

A revolução das tecnologias de informação e comunicação alargaram exponencialmente as possibilidades de participação social na formulação dos programas de governos e, depois das eleições de 2014, a participação no próprio governo.

A implantação da REDE PT RIBEIRÃO comprova isso. O PGP contará com a plataforma “DIALOGA RIBEIRÃO”, que permitirá a participação também na modalidade virtual. O internauta poderá compartilhar seus sonhos e propostas, postar documentos, fotos e vídeos, ajudando a construir uma cidade mais justa e solidária.

Em sintonia com a revolução silenciosa promovida por Lula e Dilma, queremos dialogar com universidades, setores produtivos, classe trabalhadora, movimentos sociais, especialistas e todos os interessados em debater e construir, juntos, as propostas para que o município de Ribeirão Preto se transforme numa terra de oportunidades para todas e todos.

Você sabe: na hora em que precisa, é com o PT que você pode contar!

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