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“A Lava Jato é uma operação jurídico-política e isso está mais do que provado”, diz editor do Intercept_+_+_Bacanal jurídico: tá tudo dominado

Comentário de Landro Demori, editor executivo do The Intercept Brasil, repercute nova denúncia feita pelo veículo.

A repercussão da publicação da série Vaza Jato feita pelo The Intercept Brasil no início da tarde deste domingo (21) está sendo bem forte. No Twitter, as hashtags #vazajato, #lulalivreurgente, #morocriminoso e #deltancorrupto ganharam destaque e o editor-executivo do Intercept, Leandro Demori destacou que os passos da Lava Jato eram muito bem pensados.
“A Lava Jato pensou em todos os impactos políticos de suas palavras e ações. A Lava Jato é uma operação jurídico-política e isso está mais do que provado”, publicou o jornalista em sua rede social.

Em reportagem publicada neste domingo, o veículo mostrou conversas que revelam que Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa, sugeriu aos colegas que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, protegeria o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) nas investigações sobre o caso Queiroz para não desagradar o presidente e para garantir uma possível indicação para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
No sábado (21), Demori publicou um texto no site denunciando medidas aprovadas nas últimas semanas que concentram mais poder nas mãos do Governo, facilitam a criação de garimpos e arriscam o combate à corrupção. Intitulado “O que o Governo aprontou enquanto Bolsonaro mentia para proteger os filhos”, o texto mostra que Bolsonaro já mentiu em público mais de 200 vezes desde janeiro e agora se utiliza de estratégias para desviar a atenção das polêmicas envolvendo os filhos: o caso Queiroz e a indicação a embaixador dos EUA.

“O fim do que conhecemos como democracia”

Outras personalidades também já deixaram comentários no Twitter sobre a nova publicação. A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) disse que “é o fim do que conhecemos como democracia” e descreveu o “projeto” de Dallagnol e Moro como “nojento, abominável e medieval”.

É o fim do que conhecemos como democracia. Segundo Intercept, a dupla Dallagnol e Moro tramou por anos na escuridão vilipendiar a Justiça por interesse próprio. Um, com projeto de poder, outro, para lucrar. É nojento, abominável e medieval.

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Bacanal jurídico: tá tudo dominado


Não é preciso fazer muito esforço para entender o que está acontecendo jurídica e politicamente no Brasil, muitas vezes as próprias imagens falam por si. Mas como não são só elas, as notícias, os vazamentos de conversas entre Sergio Moro, Deltan Dallagnol e demais procuradores da força-tarefa, que chegam a causar asco, estão aí revelando o bacanal jurídico e político em que se transformou o Brasil. Uma vergonha!

O Ministro do STF, Dias Toffoli, livra a cara de Flávio Bolsonaro, mandando interromper as investigações contra o senador no mesmo dia do pedido da defesa.
Raquel Dodge, de olho na continuidade no assento da Procuradoria Geral da União, em quase uma súplica, promove, no Palácio do Planalto, um beija-mão de Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro, além de proteger Deltan Dallagnol.

Moro prevarica criminosamente como Ministro da Justiça e Segurança Pública. Os vazamentos da promiscuidade praticada na Lava Jato são publicados semanalmente, como o deste domingo (21) em que os procuradores da força-tarefa Dallagnol, Roberson Pozzobon, Jerusa Viecilli, Athayde Ribeiro, Antonio Carlos Welter, Januario Paludo e Julio Noronha, em troca de mensagens em que mostram, em palavras e desenhos, que sabiam da proteção de Sergio Moro a Flavio Bolsonaro, nada fizeram além de rir e se omitirem.

Tanto isso é verdade que Dallagnol disse que o hoje senador pelo PSL Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, “certamente” seria implicado no esquema. O procurador, no entanto, demonstrou uma preocupação: ele temia que Moro não perseguisse a investigação por pressões políticas do então recém eleito presidente Jair Bolsonaro e pelo desejo do juiz de ser indicado para o Supremo Tribunal Federal, o STF.

A procuradora Jerusa Viecilli, crítica da aproximação de Moro com o governo Bolsonaro, responde aos comentários dos colegas sobre a proteção de Moro a Flavio Bolsonaro e, consequentemente, ao Presidente da República, “Falo nada … Só observo”.

Pois é, enquanto o ex-presidente Lula segue preso sem qualquer prova, o Brasil segue dominado por uma corja jurídica e política.

*Da redação

Xico Sá: DELTAN FEZ O POWER-POINT MAIS CARO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE _+_+_Prisão de Lula sustentou enriquecimento de Deltan, diz Brasil 247

“A cabeça de Lula virou meio de vida”, diz o jornalista, sobre a revelação do plano de Deltan Dallagnol para enriquecer com palestras às custas da Lava Jato e da prisão do ex-presidente
3(Foto: Reprodução (Youtube))
247 – O jornalista Xico Sá lembrou neste domingo 14 do fatídico power-point usado pelo procuardor Deltan Dallagnol em fevereiro de 2017 para apresentar a denúncia da Lava Jato contra o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá.
O power-point virou alvo de muitas piadas nas redes sociais – gerando preocupação e chateação até entre os procuradores, como revelou depois o vazamento de conversas pelo site The Interecept. 
Diante do novo capítulo da Vaza Jato, que revela um plano de enriquecimento com palestras elaborado por Deltan, Xico Sá comentou: “o power point mais caro da história da humanidade”. O jornalista e escritor postou ainda: “A cabeça de Lula virou meio de vida”.
Prisão de Lula sustentou enriquecimento de Deltan, diz Brasil 247

Esmael Morais: O site Brasil 247 afirma neste domingo (14), à luz de novos vazamentos do Intercept reportados pela Folha, que o procurador Deltan Dallagnol enriqueceu à custa da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Novos diálogos da Vaza Jato revelam que o procurador Deltan Dallagnol discutiu com a esposa e com colegas a criação da uma empresa de palestras, em que não apareceria formalmente como sócio, que lucraria com o prestígio da Lava Jato, que prendeu o ex-presidente Lula sem provas, desempregou milhões de brasileiros e quebrou o setor de engenharia”, registrou o 247.
Vale a pena repetir a acusação do portal Brasil 247, acerca de Deltan:
usar a esposa como laranja numa empresa de palestras;
lucrar com o prestígio da Lava Jato;
ganhar dinheiro com a prisão sem provas do ex-presidente Lula;
faturar até 400k (quatrocentos mil reais) com o desemprego de milhões de brasileiros; e
encher as burras com a quebra do setor de engenharia.
O Brasil 247 transcreveu trechos da reportagem da Folha em parceria com o Intercept –assinada pelos repórteres Flavio Ferreira, Leandro Demori e Amanda Audi — para chegar à conclusão de que a prisão de Lula é apenas um negócio para os procuradores da Lava Jato.

“Em um chat sobre o tema criado no fim de 2018, Deltan e um colega da Lava Jato discutiram a constituição de uma empresa na qual eles não apareceriam formalmente como sócios, para evitar questionamentos legais e críticas. A justificativa da iniciativa foi apresentada por Deltan em um diálogo com a mulher dele. ‘Vamos organizar congressos e eventos e lucrar, ok? É um bom jeito de aproveitar nosso networking e visibilidade’, escreveu”, aponta a reportagem do trio na Folha.
O 247 ainda cita outro fulminante trecho da reportagem da Folha:
“Os procuradores cogitaram ainda uma estratégia para criar um instituto e obter elevados cachês. ‘Se fizéssemos algo sem fins lucrativos e pagássemos valores altos de palestras pra nós, escaparíamos das críticas, mas teria que ver o quanto perderíamos em termos monetários’, comentou Deltan no grupo com o integrante da força-tarefa. A realização de parcerias com uma firma organizadora de formaturas e outras duas empresas de eventos também foi debatida nessa conversa. A lei proíbe que procuradores gerenciem empresas e permite que essas autoridades apenas sejam sócios ou acionistas de companhias.”

Glenn diz que novo capítulo da Vaza Jato coloca TRF-4 sob suspeita _+_+_Novos áudios da Vaza Jato revelam conversas impróprias entre Deltan e Gebran


O jornalista Glenn Greenwald, editor do Intercept, avalia que a nova reportagem da Vaza Jato, sobre os encontros fortuitos entre Deltan Dallagnol, procurador da Lava Jato, e João Pedro Gebran, juiz do TRF4, derruba o argumento de que a condenação de Lula por Sergio Moro não estaria contaminada por também ter sido validada por outras instância
Glenn Greenwald e João
 Pedro Gebran Neto (Foto: Senado | TRF4)
247 – O jornalista Glenn Greenwald publicou uma sequência de tweets sobre o novo capítulo da Vaza Jato, que agora atinge o TRF-4. “Nossa nova reportagem #VazaJato, desta vez em @VEJA: mensagens citam “encontros fortuitos” entre Deltan e desembargador do TRF4: ‘fortes indícios de que os diálogos impróprios com um dos membros do TRF4′”, escreveu.

“Vale sempre lembrar que @VEJA foi um dos líderes da mídia na construção da mitologia de Sergio Moro e LJ. Agora que eles veem a evidência de quem eles realmente são, olhem o que estão dizendo. É por isso que uma imprensa livre é crucial para a democracia”, disse ainda. “O único argumento restante para os defensores de Moro foi que o processo corrompido que produziu suas decisões foi afirmado pelo TRF4. Esse novo material no @VEJA torna esse argumento muito duvidoso, na melhor das hipóteses. Publicaremos os chats usados em @TheInterceptBr.”
Vale sempre lembrar que @VEJA foi um dos líderes da mídia na construção da mitologia de Sergio Moro e LJ. Agora que eles veem a evidência de quem eles realmente são, olhem o que estão dizendo. É por isso que uma imprensa livre é crucial para a democracia:
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Vale sempre lembrar que @VEJA foi um dos líderes da mídia na construção da mitologia de Sergio Moro e LJ. Agora que eles veem a evidência de quem eles realmente são, olhem o que estão dizendo. É por isso que uma imprensa livre é crucial para a democracia:
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O único argumento restante para os defensores de Moro foi que o processo corrompido que produziu suas decisões foi afirmado pelo TRF4. Esse novo material no @VEJA torna esse argumento muito duvidoso, na melhor das hipóteses. Publicaremos os chats usados em @TheInterceptBr.
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https://www.brasil247.com/poder/glenn-diz-que-novo-capitulo-da-vaza-jato-coloca-trf-4-sob-suspeita

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Novos áudios da Vaza Jato revelam conversas impróprias entre Deltan e Gebran
Revelações do Intercept Brasil, desta vez em parceria com a revista Veja, apontam que o procurador Deltan Dallagnol mostrou-se preocupado com eventual absolvição, no TRF-4, de Adir Assad, operador de propina da Petrobras; em um chat, Dallagnol afirma: “O Gebran tá fazendo o voto e acha provas de autoria fracas em relação ao Assad” – procurador fez referência ao desembargador do TRF-4 João Pedro Gebran Neto
247 – Novas revelações do Intercept Brasil, desta vez parceria com a revista Veja, apontam diálogos impróprios entre o procurador da Operação Lava Jato Deltan Dallagnol e o desembargador do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4), em Porto Alegre, João Pedro Gebran Neto, que atua como relator dos casos da operação. 
Uma parte dos diálogos nos quais Gebran é citado se refere a Adir Assad, um dos operadores de propinas da Petrobras e de governos estaduais, preso pela primeira vez em março de 2015. Em setembro, ele foi condenado pelo então juiz Sergio Moro a nove anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Em um chat com outros colegas do MPF, Dallagnol comenta: “O Gebran tá fazendo o voto e acha provas de autoria fracas em relação ao Assad”. O assunto é tema de outra conversa, de 5 de junho de 2017, entre Dallagnol e o procurador Carlos Augusto da Silva Cazarré, da força-tarefa da Procuradoria Regional da República da 4ª Região, que atua junto ao TRF4.

No diálogo, ocorrido às vésperas do julgamento da apelação de Assad, Dallagnol mostra-se preocupado com a possibilidade de Gebran absolver o condenado. Naquele momento, em paralelo, a força-tarefa negociava com o condenado um acordo de delação (esse acordo seria fechado em 21 de agosto de 2017). 

No chat, Dallagnol aciona Cazarré, que fica em Porto Alegre, sede do TRF4. “Cazarré, tem como sondar se absolverão assad? (…) se for esse o caso, talvez fosse melhor pedir pra adiar agilizar o acordo ao máximo para garantir a manutenção da condenação…”, escreve Dallagnol. 

“Olha Quando falei com ele, há uns 2 meses, não achei q fisse (sic) absolver… Acho difícil adiar”, responde Cazarré. 

O procurador volta a citar Gebran: “Falei com ele umas duas vezes, em encontros fortuitos, e ele mostrou preocupação em relação à prova de autoria sobre Assad…”. 

Dallagnol pede ao colega que não comente com Gebran o episódio do encontro fortuito “para evitar ruído”.

Dono da Band critica destruição econômica causada pela Lava Jato

O empresário Johnny Saad, da Bandeirantes, quebrou o silêncio da mídia em relação à destruição de milhões de empregos pela Lava Jato e à quebra de grandes empresas nacionais; ontem, a Band realizou uma parceria com o The Intercept e divulgou novos detalhes da fraude processual contra o ex-presidente Lula 247 – Donos de grandes grupos … Continue lendo Dono da Band critica destruição econômica causada pela Lava Jato

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Dono da Band bate duro na Lava Jato e a responsabiliza por crise no país

O empresário Johnny Saad, da Bandeirantes, quebrou o silêncio da mídia em relação à destruição de milhões de empregos pela Lava Jato e à quebra de grandes empresas nacionais; ontem, a Band realizou uma parceria com o The Intercept e divulgou novos detalhes da fraude processual contra o ex-presidente Lula
247 – Donos de grandes grupos de comunicação começam a quebrar o silêncio em relação à destruição de riquezas provocada pelo ex-ministro Sergio Moro e pela equipe do procurador Deltan Dallagnol na Lava Jato. Confira, abaixo, o comentário de Johnny Saad, dono do grupo Bandeirantes, no tweet do deputado Paulo Pimenta (PT-RS):

A ELITE ACORDOU PARA A TRAGÉDIA QUE É A LAVA JATO ?

Dono da Band critica a destruição econômica causada por @SF_Moro e @deltanmd à frente da e a serviço dos Estados Unidos.

Saad citou casos de corrupção em outros países onde as empresas não foram destruídas

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Melindrou: Hashtag #MoroJuizFake vira principal assunto no Twitter mundial _+_+_ #MoroJuizFake

A hashtag #MoroJuizFake chegou ao topo dos assuntos mais comentados no Twitter após nova reportagem da Vaza Jato reforçar a parcialidade do ex-juiz; fábrica de memes nas redes sociais já está a todo o vapor

Reprodução/Twitter

As novas revelações da Vaza Jato, publicadas pelo The Intercept Brasil nesta terça-feira (18), fizeram a hashtag #MoroJuizFake chegar ao topo dos assuntos mais comentados no Twitter.
As mensagens divulgadas nesta noite pelo veículo, onde Moro aparecer questionando investigação contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, fizeram do ex-juiz federal assunto do momento na rede social. A frase “acho questionável pois melindra alguém cujo apoio é importante” gerou memes, com o ministro da Justiça, FHC e o procurador Deltan Dallagnol.
Segundo o The Intercept, essas revelações sugerem mais uma vez a parcialidade na Lava Jato, que tanto Moro quanto a força-tarefa negam veementemente. Nas mensagens divulgadas, o ex-juiz aparece explicitamente preocupado com investigações da Lava Jato contra um apoiador político. E Dallagnol admitia acreditar que outros procuradores passaram adiante a investigação sabendo que não resultaria em processo, com o objetivo de fabricar uma falsa percepção pública de “imparcialidade”, sem colocar FHC em risco.

Confira abaixo algumas reações:
Com esse novo chat do protegendo Fernando Henrique Cardoso e seu iFHC não temos como não lembrarmos dessa sátira incrível.

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NUNCA FOI UM JUIZ!

Sergio Moro @SF_Moro sempre foi um militante togado a serviço de interesses subalternos aos Estados Unidos que têm por aqui um punhado de famílias que representam tais interesses.

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Uma paródia impagável do Zorra Total com a Lava Jato -ASSISTA


JN TENTA BLINDAR LAVA JATO E ABAFAR MOROGATE -Confira algumas reações _+_+_Mídia vai abafar escândalo da Lava-Jato -VÍDEO Blog do Miro _+_+_Sergio Moro, o herói dos tolos

Jornal Nacional desta segunda-feira, 10, optou por minimizar o maior escândalo da República brasileira em reportagem sobre as revelações de que o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol atuaram em conjunto para montar a farsa da condenação do ex-presidente Lula; internautas criticaram a parcialidade da Globo, que é parte do golpe contra Lula 

247 – O Jornal Nacional desta segunda-feira, 10, optou por minimizar o maior escândalo da República brasileira em reportagem sobre as revelações de que o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol atuaram em conjunto para montar a farsa da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 
Nas redes sociais, internautas criticaram o Jornal Nacional. Confira algumas reações:

O Jornal Nacional seguiu a linha: passar pano, acusar hackers e relativizar as acusações.

É claro: ela foi – e é – a maior porta-voz da perseguição a Lula.
Foi o JN que divulgou os áudios clandestinamente captados e vazados pelo juiz-político Sérgio Moro.

Nada de novo.



Depois dessa palhaçada no Jornal Nacional se eu fosse o Greenwald apertava o botão liberava umas 37 bombas só hoje a noite



Que vergonha do Jornal Nacional.

Deveriam ter mostrado as conversas na íntegra. Com intervenções e comentários baseados na constituição. Mostrando ao público os crimes cometidos por Moro. Isso não é ser partidário é fazer jornalismo.

Vergonha, vergonha!



Jornal Nacional querendo passar manteiga na bomba atômica que estourou contra os farsantes. Agora que a casa já caiu, querem colocar umas estacas pra dar sustentação as paredes mal feitas.

Moro e Dallagnol, infelizmente não há maquiagem que passe pra corrigir essa destruição!



Erro grande, grave e triste de @jornalnacional hoje, dando mais tempo para Dalton Dallagnol, Sérgio Moro e as associacoes dos juizes e procuradores para negar as acusações contra eles do que focar nas gravíssimas acusações em sim.
A razão de ser do jornalismo da Globo é alavancar o portfólio dos Marinho. Por enquanto, a estabilidade forçada é a melhor chance de entrar no negócio trilionário da previdência. Apenas se o Intercept soltar mais algo logo eles desembarcam, visando uma troca rápida de poder.



O problema do vagabundo é achar que todo mundo é idiota e só ele é o espertão. Vai vendo!!!

Boa noite! O está no ar.

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Bonner: cínico e cênico. Um jornalista vulgar. Um gângster munido de microfone e hipocrisia. Um plutocrata à serviço da casagrande. Você não há de desencarnar em paz. Não mesmo. Ratazana pálida e imunda.


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Mídia vai abafar escândalo da Lava-Jato