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Tabata Amaral: “Lula livre? Eu não Sei”

A deputada Tabata Amaral (PDT-SP), no Roda Viva, disse não saber se defende “Lula Livre”. A parlamentar foi perguntada pelo jornalista Pedro Venceslau, do Estadão,…

Gilmar, no Roda Viva: STF foi cúmplice da Lava Jato

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Parece que a imprensa brasileira já não “dá muita bola” para aquilo que, em qualquer parte do mundo democrático, seria manchete.
Anteontem, o presidente do Supremo disse que havia planos de “atentado terrorista” contra o STF.
Agora, outro integrante da Corte, Gilmar Mendes, diz que o tribunal foi “cúmplice” das irregularidades de Lava Jato.
E, de novo, parece ter passado em branco.
Pois é, a leniência dos tribunais superiores, passando anos a fio a “passar pano” para Sérgio Moro cobra-lhes, hoje, este preço.
A perda da credibilidade pública e da autoridade que deveria ter exercido.
E não exerceu.
Agora, tem dificuldades em “falar grosso” de tanto que afinou sua própria voz.

http://www.tijolaco.net/blog/gilmar-no-roda-viva-stf-foi-cumplice-da-lava-jato/

Michel Temer fala pela primeira vez em GOLPE

reprodução/TV Cultura

Pela primeira vez, o ex-presidente Michel Temer fala no termo ‘golpe’ para se referir à retirada da ex-presidente Dilma Rousseff da Presidência do Brasil.

A fala aconteceu nesta noite de segunda-feira (16), na TV Cultura, em entrevista no programa Roda Viva.

Veja trecho da entrevista, logo no início do programa, e destaque a essa fala do ex-presidente que agora evidencia, sem sombra de dúvidas, o motivo pelo qual foi e sempre será chamado de GOLPISTA.
“Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe” afirma @MichelTemer sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Comente com a hashtag .

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Temer admite que impeachment de Dilma foi golpe no Roda Viva-Assista.

Emedebista disse, por mais de uma vez, que nunca foi adepto ao golpe que destituiu a ex-presidenta Dilma Rousseff; assista

Reprodução/TV Cultura

Entrevistado na noite desta segunda-feira (16) por jornalistas da bancada do Roda Viva, da TV Cultura, o ex-presidente Michel Temer admitiu que o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff foi um golpe.

“Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe”, disse o emedebista, que assumiu a presidência após a queda de Dilma em 2016. Em sua explanação, Temer não se preocupou em usar o termo “golpe”, algo que nunca tinha feito, e ainda revelou que tentou impedir o avanço do processo do impeachment após um telefonema do ex-presidente Lula.
Assista.

“Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe” afirma @MichelTemer sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Comente com a hashtag .

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https://revistaforum.com.br/politica/temer-admite-que-impeachment-de-dilma-foi-golpe-no-roda-viva/

Glenn Vídeo – Greenwald No Roda Viva: Um Jornalista Brilhante Sendo Entrevistado Por Jornalistas Medíocres

Assistir, no Roda Viva, aos súditos de Sergio Moro, perfilados, numa mal disfarçada defesa dos crimes praticados pelos procuradores e juiz da Lava Jato e comparar com a ótima entrevista que Glenn deu para Juca Kfouri na TVT, seria covardia, já que os que estiveram hoje no Roda Viva que, certamente, achavam Moro indestrutível, vieram com todos os clichês condensados na ponta da língua para tentar, numa modorrenta ladainha, culpar o jornalismo, a fonte ou qualquer coisa que tirasse das costas de Moro, Dallagnol e a gangue de Curitiba a responsabilidade pelos crimes que cometeram.

Resultado, a entrevista foi estática por força da mediocridade dos jornalistas que entrevistaram Greenwald, gente que nunca se preocupou com fonte na hora de estampar com garrafais acusações sem provas, vazadas pela Lava Jato, tentando atacar a reputação do Intercept porque ele usou vazamentos de um suposto hacker que teria cometido o crime de roubar essas informações.

Lógico, Glenn, um jornalista para lá de experiente, reconhecido no mundo todo, só não bocejou diante de tanta infantilidade das perguntas, porque foi muito educado. Mas não teve como impedir o tédio que a entrevista acabou provocando, quando todos esperávamos que a entrevista iluminasse ainda mais esse assunto pela qualidade do entrevistado, mas, ao contrário, os jornalistas projetaram em Glenn a própria imagem, possivelmente a mando dos chefes. O resultado foi um espetáculo de mesmice, perdendo uma grande oportunidade de fazer do programa um momento histórico.

Ainda assim, valeu assistir a Glenn dar umas saraivadas educadas nos que tentaram induzi-lo a alguma escorregadela que pudesse servir de bengala para um tipo de jornalismo brasileiro que se interessa mais por pegadinhas do que pelo aprofundamento dos fatos.

Glenn Greenwald no Roda Viva: ‘eu me arrependi de ter apoiado a Lava Jato’ – ASSISTA- No Roda Viva, Glenn Greenwald explica a jornalistas como funciona o jornalismo- Revista Fórum

O jornalista Glenn Greenwald afirmou, no programa Roda Viva da TV Cultura, que se arrependeu de apoiar a Lava Jato. Ele disse que chegou a brigar com amigos de esquerda que o alertaram à época sobre o caráter persecutório e criminoso da operação e que, hoje, diante do vasto material que tem em mãos, mudou de opinião.
247 – O jornalista Glenn Greenwald afirmou, no programa Roda Viva da TV Cultura, que se arrependeu de apoiar a Lava Jato. Ele disse que chegou a brigar com amigos de esquerda que o alertaram à época sobre o caráter persecutório e criminoso da operação e que, hoje, diante do vasto material que tem em mãos, mudou de opinião. 

Glenn ainda disse que um procurador vazar uma informação é diferente de um jornalista divulgar informações sigilosas. Ele diz que um procurador tem um poder enorme que exige regras e limites e dá o exemplo de Sérgio Moro, quando este grampeou a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula. Para Glenn, Moro deveria ter tido a responsabilidade de não vazar – mas ele violou a lei. 
O jornalista americano destacou também: “ninguém está atrás de Flávio Bolsonaro, que tem tantos indícios de rachadinha. Agora, claro, estão em cima do meu marido, como nós sabíamos que eles iam fazer. Um jogo sujo, que nunca vai encontrar qualquer evidência. Já tentaram fazer isso conosco antes.”

Greenwald ainda reiterou que não pagou para obter o material da Vaza Jato. 
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No Roda Viva, Glenn Greenwald explica a jornalistas como funciona o jornalismo
Editor do The Intercept Brasil afirmou que todos já sabem que as conversas reveladas pela Vaza Jato são autênticas, falou sobre os métodos de apuração e ainda disparou: “O jogo cínico que Moro e Dallagnol estavam fazendo acabou”
Reprodução
Em entrevista a jornalistas do programa “Roda Viva”, da TV Cultura, Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil, reafirmou, diante da insistência dos entrevistadores, que as mensagens entre procuradores do Ministério Público Federal (MPF) e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que vêm desvendando a nuance parcial e política da operação Lava Jato, são autênticas.

Ele contou que todo o conteúdo foi analisado por especialistas, inclusive estrangeiros, e que as conversas ainda passaram por análises de outros veículos que estão divulgando a série, como a Veja, a Folha de S. Paulo, o El País, a Agência Pública e o BuzzFeed.
“Esse jogo cínico que Moro e Dallagnol estavam fazendo acabou. Todos sabem que as mensagens são autênticas. Temos um ministro da Justiça e um coordenador da Lava Jato que usavam métodos corruptos não em casos isolados, mas o tempo todo”, afirmou.

Em uma sabatina com tom quase intimidatório, Greenwald negou que tenha pagado qualquer quantia financeira para sua fonte repassar as informações que obteve e também disse que sua equipe não trabalham com estratégia de “timing” para as matérias, mas apenas com apuração jornalística.
Ele ainda lembrou de quando defendia a operação Lava Jato e negou que a série de reportagens estejam enfraquecendo a operação. “Em 2016 eu dei uma palestra onde estava Dallagnol e outros procuradores, elogiei a Lava Jato, mas é impossível combater a corrupção com corruptos ou métodos corruptos. Então, eu acredito, sem dúvidas, que o trabalho que estamos fazendo não está enfraquecendo a Lava Jato e nem o combate à corrupção. Está fortalecendo pois está levando mais credibilidade”, analisou.
Por vários momentos do programa, os jornalistas tentaram “emparedar” Greenwald ao sugerirem que ele não deveria usar de um material obtido de maneira ilícita para fazer as matérias da Vaza Jato. O jornalista, então, lembrou que em todo o mundo democrático as maiores reportagens da história foram feitas baseadas em informações obtidas de forma ilegal, praticamente dando uma aula de jornalismo aos entrevistadores.
“Se você olha o jornalismo do mundo democrático, em boa parte das vezes é baseado em fontes que adquiriram informações de maneira ilícita. O caso do Pentagon Papers foi um exemplo disso, que mostrou que o governo dos EUA estava mentindo sobre a Guerra do Vietnã. Esses documentos foram mandados pela fonte para o The New York Times e hoje ele é um herói. Quando do caso Snowden, ninguém nesse país questionou o fato de que as informações foram adquiridas de maneira ilícita”, disparou Glenn.

“Ele ainda completou: “Em 2016 tinham informações hackeadas de Hillary Clinton durante a corrida presidencial e todos os jornais publicaram essa informação que foi hackeada. Por que o jornalista não é policia. Ele tem que fazer duas perguntas: esse material é autêntico e tem relevância publica? E a resposta para as duas perguntas é sim”, pontuou.