-->

Dono da Band critica destruição econômica causada pela Lava Jato

O empresário Johnny Saad, da Bandeirantes, quebrou o silêncio da mídia em relação à destruição de milhões de empregos pela Lava Jato e à quebra de grandes empresas nacionais; ontem, a Band realizou uma parceria com o The Intercept e divulgou novos detalhes da fraude processual contra o ex-presidente Lula 247 – Donos de grandes grupos … Continue lendo Dono da Band critica destruição econômica causada pela Lava Jato

O post Dono da Band critica destruição econômica causada pela Lava Jato apareceu primeiro em Patria Latina.

Dono da Band bate duro na Lava Jato e a responsabiliza por crise no país

O empresário Johnny Saad, da Bandeirantes, quebrou o silêncio da mídia em relação à destruição de milhões de empregos pela Lava Jato e à quebra de grandes empresas nacionais; ontem, a Band realizou uma parceria com o The Intercept e divulgou novos detalhes da fraude processual contra o ex-presidente Lula
247 – Donos de grandes grupos de comunicação começam a quebrar o silêncio em relação à destruição de riquezas provocada pelo ex-ministro Sergio Moro e pela equipe do procurador Deltan Dallagnol na Lava Jato. Confira, abaixo, o comentário de Johnny Saad, dono do grupo Bandeirantes, no tweet do deputado Paulo Pimenta (PT-RS):

A ELITE ACORDOU PARA A TRAGÉDIA QUE É A LAVA JATO ?

Dono da Band critica a destruição econômica causada por @SF_Moro e @deltanmd à frente da e a serviço dos Estados Unidos.

Saad citou casos de corrupção em outros países onde as empresas não foram destruídas

2.984 pessoas estão falando sobre isso

PIMENTA DEFENDE CRIAÇÃO DE CPI PARA INVESTIGAR FUNDAÇÃO LAVA JATO

Líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta defendeu nesta sexta-feira, 16, a criação de uma CPI para investigar o acordo a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, a Petrobrás e o governo dos Estados Unidos para criação de uma fundação, comandada pelos procuradores, que iria gerenciar fundo de R$ 2,5 bilhões proveniente da Petrobrás; Pimenta mostrou documentos em que o procurador Deltan Dallagnol discute com bancos taxas de juros sobre o dinheiro; “Fatos novos indicam que a indústria das delações que envergonha a Justiça brasileira pode ter sido acionada para oferecer delatores aos EUA em troca deste acordo espúrio”, diz
247 – O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) defendeu, em sua conta no Twitter, a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o acordo entre membros do Ministério Público Federal (MPF) que integram a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, a Petrobrás e o governo dos Estados Unidos, que resultou na criação de uma fundação privada para gerenciar R$ 2,5 bilhões em multas que a Petrobrás teria que pagar pelos prejuízos identificados pela Lava Jato.
“Diante da gravidade dos indícios de crimes envolvendo integrantes do Ministério Público, do Judiciário e da @petrobras na criação de fundação privada p/se apropriar de R$ 2,5 BI do erário público, vamos avaliar a possibilidade de instalação de uma CPI para investigar esses fatos”, escreveu o parlamentar.
Mais cedo, Pimenta já havia afirmado que “a forca-tarefa da #LavaJato no MPF e o juiz Sérgio Moro atuaram DIRETAMENTE para impedir que os detalhes das tratativas com EUA pudessem ser conhecidas e ‘prejudicadas’, em ação deliberada para impedir que delatores revelassem infos das colaborações aos EUA intermediadas por eles”.
Na sequência, o deputado ressaltou a existência de “fatos novos” sobre o episódio da criação da fundação. “Fatos novos indicam que a indústria das delações que envergonha a Justiça brasileira pode ter sido acionada para oferecer delatores aos EUA em troca deste acordo espúrio. Escritórios de advocacia com fortes vínculos com a #LavaJato atuaram para concretizar esse acordo espúrio”, escreveu.
O anúncio da criação da Fundação Lava Jato, que teria como objetivo disseminar práticas contra a corrupção foi duramente criticada por diversos setores da sociedade. Até mesmo a corregedoria da Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu um procedimento para analisar os atos praticados pelos procuradores. Um dos principais alvos da investigação é o procurador Deltan Dallagnol, uma das estrelas da Lava Jato e apontado como articulador e porta-voz da iniciativa.
A ousadia de Dallagnol foi tanta que ele chegou a negociar com a Caixa Econômica Federal (CEF) alternativas de investimento dos R$ 2,5 bilhões. Diante da repercussão negativa do fato, os procuradores optaram por desistir da criação da fundação. (Leia mais no Brasil 247)
Confira os Twitters de Paulo Pimenta sobre o assunto.
Diante da gravidade dos indícios de crimes envolvendo integrantes do Ministério Público, do Judiciário e da @petrobras na criação de fundação privada p/se apropriar de R$ 2,5 BI do erário público, vamos avaliar a possibilidade de instalação de uma CPI para investigar esses fatos.
Diante da gravidade dos indícios de crimes envolvendo integrantes do Ministério Público, do Judiciário e da @petrobras na criação de fundação privada p/se apropriar de R$ 2,5 BI do erário público, vamos avaliar a possibilidade de instalação de uma CPI para investigar esses fatos.

133 pessoas estão falando sobre isso

Diante da gravidade dos indícios de crimes envolvendo integrantes do Ministério Público, do Judiciário e da @petrobras na criação de fundação privada p/se apropriar de R$ 2,5 BI do erário público, vamos avaliar a possibilidade de instalação de uma CPI para investigar esses fatos.
Fatos novos indicam que a indústria das delações que envergonha a Justiça brasileira pode ter sido acionada para oferecer delatores aos EUA em troca deste acordo espúrio. Escritórios de advocacia com fortes vínculos com a atuaram para concretizar esse acordo espúrio.

72 pessoas estão falando sobre isso

Fatos novos indicam que a indústria das delações que envergonha a Justiça brasileira pode ter sido acionada para oferecer delatores aos EUA em troca deste acordo espúrio. Escritórios de advocacia com fortes vínculos com a atuaram para concretizar esse acordo espúrio.
A forca-tarefa da no MPF e o juiz Sérgio Moro atuaram DIRETAMENTE para impedir que os detalhes das tratativas com EUA pudessem ser conhecidas e ‘prejudicadas’, em ação deliberada para impedir que delatores revelassem infos das colaborações aos EUA intermediadas por eles

72 pessoas estão falando sobre isso